segunda-feira, 23 de junho de 2008

Uma Cruzada DeMolay no Amapá


Capítulo IV - O Dignitário


Tanta luta, os cruzados não poderiam morrer em vão, estavam lutando contra quase todas as dificuldades, mas essa era crucial para que se ganhasse esta guerra, o Líder, precisavam do Grande Mestre, quem seria? será que serviria para a Ordem? A missão de escolhe-lo ficaria a cargo do Grão Mestre, a dúvida pairava pelos cruzados, Raphael e Rony em Macapá, e Bruno, quase morrendo de ansiedade, em Belém.
Em uma tarde, Bruno estava realizando alguns contatos, quando recebe o telefonema de Polaro: “ – Tio Bernardino quer falar comigo e Rony a noite, disse ter um nome para Grande Mestre” – aquilo deixou o cruzado apreensivo, mas tinha certeza que a serenidade do Grão Mestre não o deixaria cometer erros, e a tarde passou. A noite Bruno telefona para Polaro e pergunta – “ Temos um Grande Mestre?” – Polaro responde – “Sim!” – seco, doido, pelo tom de voz parecia que não lhe agradava, mas dando os detalhes, mostrou o contrario, ele era perfeito para a condução da Ordem, então aqueles cruzados ganham seu alto Dignatário, um líder para levar o nome da Ordem entre os Maçons, e assim começaram a trabalhar sobre a égide daquele Mestre, seu nome? Walfredo Moura, o primeiro Grande Mestre Estadual da Ordem DeMolay do Amapá. Agora éramos 4, a batalha burocrática havia terminado, claro que os cruzado foram os vencedores, mas faltava muito, outra frente de guerra estava dando trabalho, a dos membros. Sindicâncias, conversas, como explicar um coisa que a maioria nunca ouvira falar, e explicar sem comprometer nossos “segredos”. Difícil, mas nunca impossível, mandaram correspondência para todas as Lojas Maçônicas, precisávamos de nomes, candidatos para a nossa jornada, e logo pouco a pouco foram aparecendo . Mas o número mínimo era 25, mas eles queriam 30, e estavam lutando para isso.


Continua...


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