
Capítulo VI – Batalha pelos Ares.
No Capítulo anterior vimos que muito havia sido consegui, a guerra estava quase chegando ao fim, mas Bruno, no Oriente do Pará, reunindo com o Alto Dignitário paraense Carlos Romam, é pego de surpresa, havia a possibilidade da não ida dos Cavaleiros paraenses para a instalação da Ordem no Amapá. Aquilo acertou o cruzado como uma flexa o ferindo e o deixando no chão, mas fora tranqüilizado com as palavras de incentivo e apoio de Romam. Bruno entra em contato com os Cruzados nas terras Tucujús, estava muito aflito, será que todo o trabalho iria por água abaixo? será que depois de tantas batalhas vencidas iriam perde a guerra?
Não tinham a respostas, muitas moedas de ouro e prata custavam para trazer os Irmãos paraenses ao Amapá, à luta estava sendo grande, surgiu à idéia de pedir a Grande Loja, mas logo veio a realidade a GLOMAP e o Grão Mestre estavam gastando o que não tinham, e seria quase impossível realizar essa façanha, cerca de 15 DeMolay´s eram necessários para a Fundação da Ordem. Tudo parecia perdido, mas um novo dia vem e a esperança se renova. Em nova reunião como Dignatario Paraense Carlos Romam, Bruno ouve dele que pela sua honra fundaria a Ordem DeMolay no Amapá, e que faria o impossível para realizar esse que agora era o seu sonho também, aquilo animou ao Cruzado que logo tratou de informar a seus companheiros, tal atitude fez de Carlos Roman o grande Salvador dessa guerra. Será que o Pai Celestial estava mesmo ao lado dos Cruzados? Pelo jeito sim, pois sem a benção dele nada estaria acontecendo, e tudo estava se concretizando. Continuaram os preparativos ensaios, papeladas, reuniões enfim tudo para levar a Ordem ao Amapá, logo o Cruzado Bruno deveria retornar as terras do equador e de lá continuar os preparativos, mas nem tudo parecia esta bem na vida de um Cruzado, e este tinha que fazer uma escolha que mudaria muito o rumo da vida da Ordem no Amapá.
Continua...