terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Uma Cruzada DeMolay no Amapá


Capítulo VII – A Escolha.

Vimos que a briga para enviar os Cavaleiros Paraenses ao Amapá estava resolvida, mas que algo estava acontecendo no Amapá em que a sociedade daqueles cruzados seria gravemente afetada, e que mudaria o rumo de toda a Ordem no Amapá. Rony, era um Cruzado jovem com um promissor futuro, cheio de planos, eram bastante empreendedor das terras das Minas Gerais, tinha a força dos minérios nobres em seu sangue, conseguiu sem muitas dificuldades vencer varias dessas batalhas pela Ordem e ainda enfrentar em seu lar outras batalhas pessoais. Rony Bento era forte e destemido, extremamente empenhado pela cauda da Ordem vinha sofrendo pelas feridas abertas em sua vida pessoal, precisava tomar uma decisão um rumo para sua vida.
Enquanto isso no Pará, todos os Cavaleiros convocados para a missão em Macapá e alguns voluntários estavam prontos para a batalha final. E Bruno se preparava para o seu retorno a Macapá, estava deixando o Pará com toda sua programação pronta e com a certeza de que em 26 de maio de 2006 todos estariam no Amapá na Grande Batalha pela Ordem DeMolay. Então Rony liga para Bruno e informa ao mesmo que assim que ele chegar a sociedade dos Cruzados do Amapá deveriam se reunir, pois ele tinha um comunicado a fazer.
Finalmente Bruno retorna ao Amapá, em sua bagagem muitos sucessos e grandes conquistas, as alianças estava formadas e fortes, faltava apenas a chegada do dia da Grande Batalha. Então após matar saudades e passar as novidades aos Cruzados Rony e Polaro e ao Grão Mestre Bernardino Senna e ao Grande Mestre Walfredo Moura, Rony pede a palavra e começa a esclarecer aos cruzados o verdadeiro martírio que o mesmo estava passando, e que apesar de haver comunicado aos Grandes Mestres Maçons Rony precisava tomar uma decisão, e que esta estava viva em sua mente naquele momento. Rony decidira retornar ao seu Oriente, ele Decidira voltar as Minas Gerais, aquele choque pegou a todos de supresa, Walfredo que participara da reunião, solicita que o jovem Cruzado reflitisse, mas uma decisão deveria ser tomada, e a sua decisão era aquela, a sociedade iria perde um membro, mas como poderia ser isso, tão próximo da grande Batalha? Como poderiam perder um leal membro tão próximo da fim, a comoção tomou conta de todos, mas pouco poderia ser feito.
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Uma Cruzada DeMolay no Amapá


Capítulo VI – Batalha pelos Ares.



No Capítulo anterior vimos que muito havia sido consegui, a guerra estava quase chegando ao fim, mas Bruno, no Oriente do Pará, reunindo com o Alto Dignitário paraense Carlos Romam, é pego de surpresa, havia a possibilidade da não ida dos Cavaleiros paraenses para a instalação da Ordem no Amapá. Aquilo acertou o cruzado como uma flexa o ferindo e o deixando no chão, mas fora tranqüilizado com as palavras de incentivo e apoio de Romam. Bruno entra em contato com os Cruzados nas terras Tucujús, estava muito aflito, será que todo o trabalho iria por água abaixo? será que depois de tantas batalhas vencidas iriam perde a guerra?
Não tinham a respostas, muitas moedas de ouro e prata custavam para trazer os Irmãos paraenses ao Amapá, à luta estava sendo grande, surgiu à idéia de pedir a Grande Loja, mas logo veio a realidade a GLOMAP e o Grão Mestre estavam gastando o que não tinham, e seria quase impossível realizar essa façanha, cerca de 15 DeMolay´s eram necessários para a Fundação da Ordem. Tudo parecia perdido, mas um novo dia vem e a esperança se renova. Em nova reunião como Dignatario Paraense Carlos Romam, Bruno ouve dele que pela sua honra fundaria a Ordem DeMolay no Amapá, e que faria o impossível para realizar esse que agora era o seu sonho também, aquilo animou ao Cruzado que logo tratou de informar a seus companheiros, tal atitude fez de Carlos Roman o grande Salvador dessa guerra. Será que o Pai Celestial estava mesmo ao lado dos Cruzados? Pelo jeito sim, pois sem a benção dele nada estaria acontecendo, e tudo estava se concretizando. Continuaram os preparativos ensaios, papeladas, reuniões enfim tudo para levar a Ordem ao Amapá, logo o Cruzado Bruno deveria retornar as terras do equador e de lá continuar os preparativos, mas nem tudo parecia esta bem na vida de um Cruzado, e este tinha que fazer uma escolha que mudaria muito o rumo da vida da Ordem no Amapá.



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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Uma Cruzada DeMolay no Amapá


Capítulo V – Os Candidatos.



No Capítulo anterior acompanhamos a escolha do Grande Dignatário da Ordem DeMolay no Amapá, mais uma batalha estava vencida. Parecia que aquela guerra estava finalmente chegando ao fim, muitas batalhas travadas, grandes amigos foram feitos tudo parecia esta correndo como o planejado. Em Belém, Bruno junto com o Grande Mestre da Ordem no Pará Carlos Roman (O Salvador), convocaram para realizar a fundação da Ordem DeMolay no Amapá o Convento “Paramahansas” nº 30. Assim tudo estava sendo conduzido da melhor forma, ensaios, reuniões, dúvidas que os membros daquele convento tinham, para melhor execultar a ritualística, o trabalho estava sendo feito.
Em Macapá, Polaro estava envolto a uma situação familiar e bem peculiar, o Cruzado iria ser pai, e estava conduzindo sua vida para melhor atender as novas necessidades de seu lar. Rony, trabalhando direto com a papelada, e com os candidatos. Começaram a ser feito as sindicâncias, alguns foram logo eliminados, outros levavam a serio a idéia de maçonaria e de Ordem DeMolay. Mas a pergunta mais comum que o Cruzado ouvia era o que é DeMolay? Candidatos de todo tipo, havia ali, alto, baixo, magro, gordo enfim filhos ou não de maçons tudo, estavam, sem saber passando pela peneira da Ordem, e dos 50 indicados, apenas 26 selecionados, pouco, para as expectativas, mas tudo estava correndo bem. Algumas pessoas se destacavam nessa grande jornada, como nossa maior incentivadora e quem nos apoiou bastante a Dona Cecília Queiroz nos auxiliando em tudo.
Tudo parecia finalmente esta se resolvendo, Walfredo o Grande Mestre Estadual da Ordem estava se familiarizando com o ritual e a filosofia, e liderando nossas atividades e correspondências. O tempo se aproximava e faltavam alguns detalhes a ser feito. Quando derrepente uma noticia aparecerá do Pará que começava a preocupar a todos, e assim podia comprometer a realização daquele sonho.



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segunda-feira, 23 de junho de 2008

Uma Cruzada DeMolay no Amapá


Capítulo IV - O Dignitário


Tanta luta, os cruzados não poderiam morrer em vão, estavam lutando contra quase todas as dificuldades, mas essa era crucial para que se ganhasse esta guerra, o Líder, precisavam do Grande Mestre, quem seria? será que serviria para a Ordem? A missão de escolhe-lo ficaria a cargo do Grão Mestre, a dúvida pairava pelos cruzados, Raphael e Rony em Macapá, e Bruno, quase morrendo de ansiedade, em Belém.
Em uma tarde, Bruno estava realizando alguns contatos, quando recebe o telefonema de Polaro: “ – Tio Bernardino quer falar comigo e Rony a noite, disse ter um nome para Grande Mestre” – aquilo deixou o cruzado apreensivo, mas tinha certeza que a serenidade do Grão Mestre não o deixaria cometer erros, e a tarde passou. A noite Bruno telefona para Polaro e pergunta – “ Temos um Grande Mestre?” – Polaro responde – “Sim!” – seco, doido, pelo tom de voz parecia que não lhe agradava, mas dando os detalhes, mostrou o contrario, ele era perfeito para a condução da Ordem, então aqueles cruzados ganham seu alto Dignatário, um líder para levar o nome da Ordem entre os Maçons, e assim começaram a trabalhar sobre a égide daquele Mestre, seu nome? Walfredo Moura, o primeiro Grande Mestre Estadual da Ordem DeMolay do Amapá. Agora éramos 4, a batalha burocrática havia terminado, claro que os cruzado foram os vencedores, mas faltava muito, outra frente de guerra estava dando trabalho, a dos membros. Sindicâncias, conversas, como explicar um coisa que a maioria nunca ouvira falar, e explicar sem comprometer nossos “segredos”. Difícil, mas nunca impossível, mandaram correspondência para todas as Lojas Maçônicas, precisávamos de nomes, candidatos para a nossa jornada, e logo pouco a pouco foram aparecendo . Mas o número mínimo era 25, mas eles queriam 30, e estavam lutando para isso.


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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Uma Cruzada DeMolay no Amapá


Capítulo III – Construindo Alianças


Nós vimos nos capítulos anteriores que funda a Ordem DeMolay no Amapá não estava sendo fácil, dificuldade financeira, preconceitos, enfim de tudo aparecia, mas mesmo assim os três cruzados, Bruno Chagas, Raphael Polaro e Rony Bento estavam juntos e firmes nessa missão, até que um golpe acontece naquela pequena sociedade de três cruzados, um deles deixaria aquela terra para fazer alianças fora. Então Bruno Chagas retornaria ao Oriente paraense com a missão de estruturar alianças e construir toda a estrutura para levar jovens de Belém até Macapá para concretizar aquele sonho. Difícil tarefa, pois a Ordem no Pará sofria conflitos era uma terra instável, apesar da forte liderança que seus dirigente mantinham, aquela era uma terra quase sem lei.
Ao chegar nessa grande terra paraense, Bruno Chagas, começa sua missão, primeiro procurando seus grandes aliados e fortes amigos, e assim vão até o Grão Mestre Victor Swamir, na audiência Bruno leva a mensagem do Grão Mestre Amapaense de pedido de ajuda, logo Swamir diz que iria ajudar, e compromete-se a, junto a força Aérea Brasileira, ceder uma aeronave para levar a Macapá os jovens necessários para a tão sonhada fundação. Mas mesmo estando em Belém, envolto as suas atividades profanas, Bruno não esquecia seus amigos e Irmãos, e sempre mantendo contato, fazia o possível para ajudá-los, mesmo a distância.
Enquanto isso no Amapá, Raphael e Rony, travavam uma nova batalha, arrumar membros aptos e comprometidos para ingressar na Ordem, além de ainda estarem em uma outra frente da guerra contra a terrível burocracia, essa batalha estava sendo vencida, pouco a pouco conseguiram mandar os Documentos e isentarem algumas taxas, mas a luta ainda estava por vir, após tanta luta se debateram em um terrível e grave fato, quem seria o comandante da Ordem no Estado? Quem seria o primeiro Grande Mestre Estadual da Ordem DeMolay do Amapá?


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quinta-feira, 5 de junho de 2008

"Filosoferos" da meia-noite


Antes de dormir, uma coisa que as pessoas fazem, pelo menos algumas, é pensar na vida. Nesse momento até aqueles que foram impiedosamente taxados de burros por suas notas na escola, deixam de lado a ignorância, que sempre os acompanhou como sombra, e se transformam em verdadeiros “filosoferos” da meia-noite.

É um momento deveras impressionante. Recordamos de cenas de filmes, relembramos de oportunidades perdidas, de atos feitos num momento de fúria, ficamos felizes, lamentamos, choramos, sorrimos, fazemos planos, os tímidos se tornam corajosos e os corajosos tímidos, definitivamente, qualquer um que enxergue sobre esse ponto de vista notaria que se trata tanto de uma elevação intelectual quanto espiritual.

No entanto, assim como na estória da Cinderella, o descrito momento letárgico, misturado com emoções nostálgicas e tantas outras que muito bem se enquadrariam no contexto, é temporário. Com a chegada dos primeiros raios de sol, bonitos se tornam feios, corajosos viram medrosos; ou seja, assim como o amanhecer é certo, tudo volta ao seu estado natural. Mas é inegável que parte da experiência é incorporada ao ser da pessoa, só que não de forma gritante.

Uma Cruzada DeMolay no Amapá II

Capítulo II - A Batalha

No Capítulo anterior nos vimos como nossos Cruzados se conheceram e que juraram a qualquer custo funda a Ordem DeMolay no Amapá. Mesmo com tanta vontade e determinação, e depois da primeira vitória, eles sabia que essa guerra ainda estava longe de ser ganha, primeiro veio as dificuldades estruturais, nada tinha nesta terra, uma verdadeira Palestina, mas isso não desanimou nossos Cruzados, que continuavam a persistir. A primeira grande muralha a ser vencida era a do preconceito, apesar do Grão Mestre dá todo o apoio muitos não acreditavam que não daria certo, e acabavam atrapalhando e “tirando” forças de nossos desbravadores, mas aos pouco eles foram conquistando esses grandes Mestres, com conversas amigáveis, bate papos rápidos e de vagar eles foram sendo conquistados, e aqueles jovens foram sendo aceitos, logo apareceram alguns querendo ajudar, e claro toda a ajuda era boa. Depois de vencida e conquistada essa fase veio a burocracia, difícil mesmo era vencer o papel, ligações, conversas com todos, apelos, tudo valia para diminuir ou extinguir a burocracia, e claro as taxas, terríveis e implacáveis taxas, tudo era pago e nada era fácil, mas a força de vontade daqueles 3 Cruzados era maior que tudo.
Onde chegávamos os Mestres logo pensavam, meu bolso vai doer. A fama daqueles cruzados pidões tava se espalhando, mas eles tinham uma missão, agora era angariar fundos, e isso nesses dias era terrível. Telefonemas, choros, ofícios, tudo estava sendo feito para se conseguir arrumar um vintém se quer para comprar alguma coisa que sempre estava faltando, mas logo o ouro foi sendo descoberto, assim as coisas começaram a fluir, mesmo com dificuldades financeiras, começaram a surgir, quando de repente surge um obstáculo maior que eles poderiam imaginar, teriam que perder um de seus cruzado que deveria ir para terras estrangeiras construir alianças e buscar apoio, aquilo deixou todos em uma situação complicada, mas o que fazer tinham que ter apoio de fora para poder realizar aquele sonho, e a difícil decisão tinha que ser tomada, dos três apenas dois deveriam ficar e manter a chama viva.

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