sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Uma Cruzada DeMolay no Amapá


Capítulo V – Os Candidatos.



No Capítulo anterior acompanhamos a escolha do Grande Dignatário da Ordem DeMolay no Amapá, mais uma batalha estava vencida. Parecia que aquela guerra estava finalmente chegando ao fim, muitas batalhas travadas, grandes amigos foram feitos tudo parecia esta correndo como o planejado. Em Belém, Bruno junto com o Grande Mestre da Ordem no Pará Carlos Roman (O Salvador), convocaram para realizar a fundação da Ordem DeMolay no Amapá o Convento “Paramahansas” nº 30. Assim tudo estava sendo conduzido da melhor forma, ensaios, reuniões, dúvidas que os membros daquele convento tinham, para melhor execultar a ritualística, o trabalho estava sendo feito.
Em Macapá, Polaro estava envolto a uma situação familiar e bem peculiar, o Cruzado iria ser pai, e estava conduzindo sua vida para melhor atender as novas necessidades de seu lar. Rony, trabalhando direto com a papelada, e com os candidatos. Começaram a ser feito as sindicâncias, alguns foram logo eliminados, outros levavam a serio a idéia de maçonaria e de Ordem DeMolay. Mas a pergunta mais comum que o Cruzado ouvia era o que é DeMolay? Candidatos de todo tipo, havia ali, alto, baixo, magro, gordo enfim filhos ou não de maçons tudo, estavam, sem saber passando pela peneira da Ordem, e dos 50 indicados, apenas 26 selecionados, pouco, para as expectativas, mas tudo estava correndo bem. Algumas pessoas se destacavam nessa grande jornada, como nossa maior incentivadora e quem nos apoiou bastante a Dona Cecília Queiroz nos auxiliando em tudo.
Tudo parecia finalmente esta se resolvendo, Walfredo o Grande Mestre Estadual da Ordem estava se familiarizando com o ritual e a filosofia, e liderando nossas atividades e correspondências. O tempo se aproximava e faltavam alguns detalhes a ser feito. Quando derrepente uma noticia aparecerá do Pará que começava a preocupar a todos, e assim podia comprometer a realização daquele sonho.



Continua...


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